Medimos resultado real sobre pessoas, não a existência da iniciativa.
Papéis, alçadas e responsabilidades como estão praticados — não como estão desenhados no organograma.
Vínculos, jornadas e obrigações verificados em folha e em campo, com o cuidado que dado sensível exige.
Programas educacionais medidos pelo que mudou no trabalho, não pela lista de presença.
A profundidade real do banco de pessoas: quem sustenta o que, e quem está pronto para o próximo passo.
Programas e exames exigidos contra o que está em dia.
O praticado contra o pactuado e o publicado.
Formação e registro profissional confirmados por quem emitiu.
Folha, saúde ocupacional e avaliação guardados como dado sensível exige.
Referências públicas, citadas como critério de verificação — não como certificação.
Escrituração digital das obrigações.
Diretrizes e Bases da Educação.
Dados do trabalhador.
Exemplo ilustrativo · não se refere a nenhum empreendimento real
Afirmado"Equipe certificada no protocolo."
Evidência examinadacredenciais confirmadas na fonte emissora, vínculos conferidos em folha, aplicação observada no posto de trabalho.
EstadoVerificado a credencial; a prática, pelo que se observou.
Ressalvacertificado prova formação, não prática — a prática se observa.
Não é preciso ter tudo. Saber o que falta também entra no escopo.
Não. Examina-se com acesso mínimo, por amostra, e o parecer não nomeia pessoas.
Vale: credenciais, programas e resultado sobre pessoas são o mesmo objeto.
Não. Mede o que se afirma e se comprova. Clima é percepção, e o parecer diz isso.
Delimitamos o objeto, os critérios aplicáveis e a fronteira de independência.
Coleta e exame de dados primários, documentos e observação direta.
Confronto entre o afirmado e o comprovado, com reality-checks e cruzamento de fontes.
Relatório fundamentado, com ressalvas explícitas — reprodutível por um terceiro.
"Toda afirmação sai classificada: verificada ou assumida."
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