Exercitamos cada funcionalidade no ambiente real — verificado em produção, não em laboratório.
Cada função afirmada é executada de ponta a ponta, no produto rodando, com o perfil real de uso.
Fronteiras de permissão testadas pelo negativo: o que um papel NÃO deveria ver, tentamos ver.
O dado que entra é o que persiste e volta — criar, reabrir e conferir, nunca presumir.
O que sustenta a plataforma — infraestrutura, terceiros, chaves — e o que acontece quando falha.
O tratamento declarado contra o fluxo real, operador a operador.
Cópia de segurança que restaura, provada com data.
O que a plataforma grava sobre quem fez o quê — e se grava.
O que está exposto na internet, medido de fora, sem intrusão.
Referências públicas, citadas como critério de verificação — não como certificação.
Marco Civil da Internet.
Como referência de controle, não como certificação.
O critério mais esquecido.
Exemplo ilustrativo · não se refere a nenhum empreendimento real
Afirmado"Funcionalidade disponível para todos os perfis."
Evidência examinadacada função exercitada no produto em produção, com o perfil real de uso — inclusive o que aquele perfil não deveria ver.
EstadoVerificado o que rodou em produção; Assumido o que só existe em demonstração.
Ressalvademonstração não é produção.
Não é preciso ter tudo. Saber o que falta também entra no escopo.
Não. É verificação do que se afirma, com o usuário real, sem intrusão. A superfície pública é medida de fora; o resto, com acesso concedido no termo.
Raramente. Precisa de acesso ao produto rodando, com os perfis reais.
Mesma régua, vínculo declarado.
Delimitamos o objeto, os critérios aplicáveis e a fronteira de independência.
Coleta e exame de dados primários, documentos e observação direta.
Confronto entre o afirmado e o comprovado, com reality-checks e cruzamento de fontes.
Relatório fundamentado, com ressalvas explícitas — reprodutível por um terceiro.
"Toda afirmação sai classificada: verificada ou assumida."
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